terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

                        A Sandra entrega o teste aos pais 


A professora de língua portuguesa propôs aos alunos que elaborassem um curto dialogo em que as reticencias indiquem atrapalhação, hesitação, duvida e pensamento inacabado.

Sandra quando esta a jantar com os pais afirma.

-Sabem que eu já recebi o meu teste de português.

-Qual foi a nota?-interrogou o pai.

-Po-po-pois...-disse ela com medo.

-Não me digas que baixaste a tua nota. -disse a mãe desconfiada.

-Pois...tirei uma negativa.

-Isso é inadmissível não tens nada para fazer, tens todo o tempo do mundo para estudar e tiras-me uma negativa. -resmungou a mãe.

-Mas...mãe a matéria é muito difícil. -tentando Sandra escapar-se do sermão.

-E para que achas que são os professores, para tirares duvidas não achas.

-Claro, mas ainda só é o primeiro teste.

-Pois, pois mas por este andar não vais para muito longe. -afirmou a mãe.

-Esta bem, prometo que vou melhorar.

-Espero bem que sim. Agora vai já para o teu quarto.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

                                    Intrevista ao Cavaleiro

Introdução:
 Vamos fazer uma entrevista ao "Cavaleiro da Dinamarca" onde ele nos vai contar a sua viagem e a razão da sua viagem.


-Qual foi a razão que o levou a fazer a viagem a palestina?
-A razão que me levou a viajar até à palestina foi conhecer o lugar onde Jesus Cristo tinha nascido.
-Quanto tempo durou a sua viagem?
-A viagem durou 2 anos. Alguns meses de ida e 1 ano e alguns meses de volta.
-Quais foram as cidades em que passou mais tempo?
-As cidades que passei mais tempo foram Florença e Veneza, onde ouvi belas historias.
Em Veneza contaram-me a história de Vanina e Guidobaldo e em Florença contaram-me a história de Giotto e do Dante. Também passei por uma outra cidade chamada Antuérpia, onde ouvi contar a historia de Pêro Dias.
Conclusão:
Ficamos a perceber melhor a sua viagem.
Aconselhamos que leiam “O Cavaleiro da Dinamarca”.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

                     A Lenda da Via Láctea 


 A VIA-LÁCTEA era imaginada como o caminho para casa de Zeus\Júpiter. Era também considerada o percurso desordenado da corrida de Faetonte pelo céu, enquanto conduzia o carro do sol. Os povos Nórdicos acreditavam que a VIA-LÁCTEA era o caminho seguido pelas almas para o céu.Na Escócia antiga era a estrada prateada que conduzia ao castelo do rei do fogo.Os índios primitivos acreditavam que a VIA-LÁCTEA era o caminho que os espíritos percorriam até às suas aldeias, no sol. O seu caminho é marcado pelas estrelas que são fogueiras que os guiam ao longo do caminho.




Resumo

A Via Láctea era um caminho no céu que originou várias lendas. Muitos povos acreditavam no acesso que esse conjunto de estrelas dava ao  sobre natural


   Bernardino Machado
Apresento, de seguida, uma figura importante na implantação da república de Portugal, Bernardino Machado. Esta actividade de escrita surge nas aulas de Língua Portuguesa no âmbito das comemorações do 5 de Outubro da nossa escola.
    Bernardino Machado era magro, tinha uma testa larga e poderosa. O seu olhar penetrante e o seu sorriso frio ensanchavam-se num rosto magro e fino. Aqui reinava um grande bigode e uma barba que parecia algodão.
    Era vaidoso e tinha uma maneira muito elegante de vestir. Este homem rico vestia muito bem.
    Não se esquecia dos mais desfavorecidos sendo autorista e generoso. Exigente na escrita e na pontuação.
    Bernardino Machado era cavalheiro e delicado. Bernardino machado é um exemplo de pessoa a seguir em relação á sua maneira de ser.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

                                        Lenda de S. Martinho

    Martinho, valente soldado romano estava de regresso à sua terra, algures em França, depois de servir o Império em Itália. Regressava através dos Alpes (serra muito alta onde, durante todo o ano faz muito, muito frio, vento e mau tempo), montado no seu cavalo, e bem agasalhado para a viagem: tinha uma capa vermelha, que os soldados romanos usavam.
     De repente, aparece-lhe um mendigo, vestido com roupas já velhas e rotas, cheio de frio que lhe pediu uma esmola. Infelizmente, Martinho não tinha nada para lhe dar.
     Então, pegou na espada, levantou-a e deu um golpe na sua capa. Cortou-a ao meio e deu metade ao pobre.
     E diz a lenda que, nesse momento, de repente, as nuvens e o mau tempo desapareceram. Parecia que era Verão! Foi como que uma recompensa de Deus a Martinho por ele ter sido bom.
     É por isso que todos os anos, nesta altura do ano, mesmo sendo Outono, durante cerca de três dias o tempo fica melhor e mais quente: é o Verão de São Martinho.


Resumo da Lenda
  
    Corajoso Martinho, soldado gaulês, viajava montado num cavalo. Surpreendido por um mendigo enregelado, pega na sua capa vermelha e dá-lha.
     Deus recompensa a bondade de Martinho com calor.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Auto-Retrato


                                   
O meu nome é Zita, mas podia chamar-me Kelly, porque gosto.
Tenho uns olhos castanhos como chocolate, uns cabelos castanhos e, quando fico triste mexo nos meus cabelos.
Se eu fosse um animal, seria toura, porque é o meu signo.
Se fosse uma coisa,  seria um telemóvel. Se fosse uma flor, seria uma bela dona. Mas sou apenas uma pessoa, chamada Zita que sonha com a felicidade. Nasci num dia em que estava sol. Gosta de ouvir a musica School Girl, de cheirar perfumes e sentir o céu.
Quando era mais pequeno, pensava que a vida era uma simples brincadeira.
Contam-me que eu fazia desenhos e letras. O que mais prefiro é desenhar, porque me divirto. Às vezes, fecho os olhos e peço como desejo que seja muito feliz.
O meu nome é Zita, mas podem chamar-me Toura.